Quanta criatividade cabe num rótulo de uma garrafa de vinho? Toda, se a alma não for pequena, como dizia o poeta. Depois do sucesso da primeira edição do concurso internacional de arte Nat Cool, no ano passado, com 420 propostas artísticas recebidas de 22 países do mundo inteiro, a Niepoort decidiu abrir novamente candidaturas, na esperança de acolher os rótulos e as visões mais surpreendentes e criativas de sempre.
As regras e os objetivos do Natcool Creative Contest são os mesmos do ano passado: interpretar um rótulo de uma garrafa de vinho Nat Cool, dando largas à criatividade individual, e incorporando os valores de leveza e “descomplicação” dos Vinhos Nat Cool da Niepoort, que assumem o orgulho no terroir. No rótulo original do artista Francisco Providência, a barra e os olhos são o único elemento constante desta tela em branco.
“Acima de tudo, o que mais nos move neste concurso criativo da Nat Cool é o entusiasmo ao perceber o envolvimento das pessoas com a marca”, explica Dirk Niepoort, a quinta geração à frente desta casa centenária produtora de vinhos em cinco regiões vitivinícolas.
Até dia 11 de junho, cada pessoa pode enviar uma proposta de rótulo para o email natcoolcontest@niepoort.pt, através de fotografia ou digitalização, em dimensão A4. As regras encontram-se no site www.natcoolcontest.com. Não é indispensável ter consigo uma garrafa Nat Cool para poder submeter o seu rótulo a concurso – pode fazer ‘download’ do rótulo e dar-lhe a roupagem artística que entender. O vencedor receberá 500 euros em vinhos Niepoort e verá o seu rótulo ganhar vida nas garrafeiras, aquando do lançamento do próximo Nat Cool em 2022. Além deste prémio, ganhará também uma sweat-shirt com capuz da Nat Cool. O 2.º lugar terá direito a 300€ em vinho, e uma T-shirt Nat Cool, e o 3.º lugar receberá 100€ em vinho e um Tote bag Nat Cool.
O júri, composto por Dirk Niepoort, presidente da Niepoort, por Joana Emídio, designer da Niepoort, por Tiago Dias da Silva, director-geral da Quinta Maria Izabel, no Douro, e por Le Brimet, Co-Fundador e Diretor Criativo da CLINK, deliberará qual dos rótulos traduz melhor o espírito “cool e funky” dos Nat Cool, vinhos com pouca intervenção, descomplicados e fáceis de beber, que querem ser uma representação de vários terroirs em Portugal.