Ana Mota, recentemente distinguida com o prémio “Viticólogo/Investigador do Ano 2024” pela Revista de Vinhos, está de saída do grupo Amorim após 24 anos de ligação. A responsável pela viticultura da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, no Douro, e Taboadella, no Dão, “decidiu abraçar um projeto pessoal na área da consultoria vitivinícola, sustentabilidade, qualidade e logística de adegas”, refere o Comunicado de Imprensa enviado às redações no dia 31 de março, assinado por Luísa Amorim.
Igualmente de saída da Quinta Nova, Taboadella e Herdade Aldeia de Cima (no Alentejo, o projeto pessoal de Luísa Amorim e Francisco Rêgo) está o enólogo Jorge Alves, marido de Ana Mota e consultor de enologia da Amorim desde 2012.
Co-autor dos vinhos Quanta Terra ao lado de Celso Pereira, o enólogo colabora atualmente com os produtores durienses Quinta do Têdo, Quinta da Carregosa, Piano Carlos Alonso, Quinta das Chaquedas, Quinta de Casal de Loivos, Quinta dos Muros e Quinta do Cascalhal. Na ilha Terceira, nos Açores, elabora vinhos na Adega dos Sentidos com apoio do filho Pedro Alves, também enólogo, e com quem está a desenhar um outro projeto de Vinhos do Porto.